sábado, 2 de dezembro de 2017

O PODER DA COR (Crônica)





A vida é sempre animada com as cores. Mesmo os idosos que eu conheço, me dizem que eles preferem cores muito vivas ao redor deles para que eles vivam por mais tempo e estejam sempre felizes com a vista. Mesmos quando vou à feira, a parte que me interesse mais é qualquer parte colorida.
Foi naquele ano, eu nem posso lembrar a data própria, mas sei que foi no mês do agosto. A Festa de Agosto como era bem conhecida. Essa festa que é sempre cheia das pessoas. Eu tenho que ser visível, todo mundo tem que saber que estou lá. Então, qual vestido posso usar e em qual cor será? Eu me pergunto. Sendo uma pessoa que gosta de cores, preciso fazer uma roupa bem colorida. Penso na cor amarela, vermelha, azul, e verde, ou seja, a combinação de todas. Meu vestido tem que ser significativo. Por isso, a minha escolha de tecido tem que ser baseada nessas cores; amarela que significa alegria, serei muito feliz até o fim da festa; vermelha, embora seja associada à violência, mas ainda simboliza a paixão e amor que eu tenho por todo mundo; azul que representará harmonia, tranquilidade e serenidade do lugar; e finalmente, verde que é associada à natureza, saúde, juventude, e esperança que tudo vai dar bem.

Cheguei à feira, na parte de tecidos para escolher as minhas cores favoritas. Fiquei lá quase uma hora tentando fazer uma escolha porque todas as cores dos tecidos que eu via me deixaram louca e confusa, nem sei o que escolher. Essas cores são charmosas. O motivo era comprar um tecido só para a festa, mas acabei comprando dois por causa da influência de cores sobre mim.



ABUNDANCE UZOCHI FINEMAN - Graduanda de Letras Vernáculas com uma Língua Estrangeira - turma 3

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